Condições tratadas
Toda dor merece
um diagnóstico preciso.
As principais síndromes dolorosas — musculoesqueléticas, neuropáticas, oncológicas, difusas e complexas. Cada caso pede uma estratégia própria, construída em consulta.
Casos frequentes
Quem chega — e como costuma evoluir.
A maior parte já passou por médicos, exames e tratamentos. Procuram aqui uma investigação que vá até a causa — e um plano que sustente o resultado.
Dor que persistiu depois de uma cirurgia
Hérnia operada que voltou a doer. Artrodese que não resolveu. Mastectomia, toracotomia, artroplastia com dor crônica na cicatriz. A causa pode ser nervo lesionado, aderência, instabilidade — investigação dirigida muda a conduta.
Desfecho típico
Quando a investigação identifica o gerador específico, a conduta dirigida costuma reduzir intensidade e devolver atividades do dia a dia ao longo de algumas semanas.
Como avaliamos casos pós-cirúrgicos →
Fibromialgia diagnosticada (ou suspeita)
Dor difusa há mais de três meses, cansaço persistente, sono que não restaura, sensação de nevoeiro mental. Síndrome com componente de sensibilização central — tem protocolo dedicado no Instituto, com neuromodulação, terapia infusional e reabilitação progressiva.
Desfecho típico
Com protocolo dedicado, parte expressiva dos pacientes relata melhora de sono e capacidade funcional ao longo de semanas — ainda que o quadro exija manejo continuado.
Protocolo de fibromialgia →
Lombalgia crônica que não respondeu a fisio + medicação
Mais de seis meses de dor, ressonância pedida, anti-inflamatório, fisioterapia — e a dor continua. Faceta, articulação sacroilíaca, ciática, miofascial. A origem específica orienta o procedimento exato.
Desfecho típico
Quando o procedimento certo encontra o alvo certo, o ganho costuma vir em semanas — caminhada, sono e trabalho voltam antes do controle total da dor.
Como mapeamos a origem →
Enxaqueca ou cefaleia refratária
Crises frequentes, várias medicações já testadas, perda de dias de trabalho ou vida social. Diferenciar enxaqueca de cefaleia tensional ou neuralgia muda o tratamento — incluindo bloqueios, toxina botulínica e neuromodulação.
Desfecho típico
Identificar o tipo correto muda o desfecho: muitos pacientes reduzem frequência e intensidade das crises ao longo de meses de plano combinado.
Abordagem para cefaleias →
Por região do corpo
Encontre a sua dor.
Busque pelo nome ou pelo sintoma. Cada condição tem sua estratégia — clique para entender o que oferecemos.
Região
Coluna e irradiação
Dor lombar e ciática
A queixa mais comum de toda a medicina da dor. A maioria das lombalgias tem causa identificável e melhora sem cirurgia — desde que se descubra de onde a dor realmente vem.
Dor cervical e cervicobraquialgia
Dor no pescoço que pode permanecer localizada ou irradiar para o ombro e o braço quando uma raiz nervosa é envolvida. A rotina de tela e postura tem peso grande aqui.
Hérnia de disco
Quando o disco entre as vértebras se desloca e comprime ou inflama uma raiz nervosa, a dor desce pela perna ou pelo braço. Nem toda hérnia que aparece no exame precisa de cirurgia.
Dor no nervo ciático
Dor que nasce na lombar ou no glúteo e desce pela perna, seguindo o trajeto do maior nervo do corpo. Costuma ter causa identificável — e tratável sem cirurgia na maioria das vezes.
Região
Articulações
Dor no joelho
Dor que limita agachar, subir escada ou caminhar, vinda de uma articulação que sustenta o corpo inteiro. Boa parte dos casos é tratável sem prótese, mesmo quando há desgaste.
Dor no ombro
A articulação mais móvel do corpo é também uma das mais vulneráveis. Dor no ombro costuma vir dos tendões e da bursa, e a maioria dos casos responde sem cirurgia.
Dor no quadril
Dor no quadril engana: pode vir da própria articulação, dos tendões ao redor ou ser dor da lombar irradiada. Acertar a origem é o que define o tratamento.
Artroses
O desgaste da cartilagem que reveste as articulações. Aparece no exame de muita gente, mas a intensidade da dor nem sempre acompanha o desgaste — e isso abre espaço para tratar.
Tendinopatias e lesões esportivas
Tendões sobrecarregados degeneram antes de inflamar, e por isso doem de forma persistente. O tratamento certo estimula o tendão a se regenerar, não apenas silencia a dor.
Região
Cabeça
Enxaqueca crônica
Quando a enxaqueca deixa de ser episódica e passa a dominar a maior parte dos dias do mês, ela vira uma condição própria, com mecanismos e tratamentos específicos.
Cefaleias e enxaqueca
Nem toda dor de cabeça é igual, e tratá-las como se fossem é o erro mais comum. Identificar o tipo de cefaleia é o que abre o caminho para o tratamento certo.
Região
Dor difusa
Fibromialgia
Condição que amplifica a forma como o corpo processa dor, produzindo dores difusas, cansaço persistente e sono que não descansa. Não é dano nos músculos — é o sistema de dor em estado de alerta contínuo.
Síndrome dolorosa miofascial
Dor muscular que se concentra em pontos-gatilho — nós tensos que doem no local e disparam dor à distância. É uma das causas mais subdiagnosticadas de dor crônica.
Dor crônica refratária
Dor que persiste mesmo depois de vários tratamentos e especialistas, e que passou a ter vida própria, independente da lesão que a iniciou. Exige uma abordagem diferente da que já falhou.
Região
Nervos
Dor neuropática
Dor causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Ela queima, choca e formiga — e não responde aos analgésicos comuns, porque a origem é diferente.
Neuralgia pós-herpética
A dor que pode permanecer no trajeto de um nervo depois que as lesões da herpes-zóster já sumiram. Quanto antes tratada, maior a chance de controlá-la.
Síndrome dolorosa regional complexa
Uma dor desproporcional que se instala num membro, geralmente após trauma ou cirurgia, acompanhada de alterações na pele, temperatura e inchaço. O diagnóstico precoce muda o prognóstico.
Região
Outras
Dor pós-cirúrgica persistente
Dor que continua, ou aparece, depois de uma cirurgia já cicatrizada. Não é fracasso do procedimento — é o sistema nervoso que se sensibilizou no processo, e isso tem tratamento próprio.
Dor oncológica
A dor associada ao câncer ou ao seu tratamento pode ser controlada na grande maioria dos casos. Cuidar dela não é luxo nem secundário — é parte central do tratamento e da dignidade do paciente.
Dor abdominal e pélvica crônica
Dor persistente no abdome ou na pelve que já foi investigada sem achado que a explique por completo. Com frequência há um componente neuropático, de nervos da parede ou da região, que passou despercebido.

Como avaliamos
Diagnóstico antes
de qualquer tratamento.
Antes de tratar, descobrir a origem específica da dor. Quatro passos — sem prescrição apressada, sem procedimento sem certeza.
- 01
Escuta clínica
Antes de qualquer exame, queremos entender a sua história — quando começou, o que melhora, o que piora, o que você já tentou. Sem pressa, sem questionário pronto.
- 02
Exame focado em causa
Testes específicos para distinguir entre as diferentes origens possíveis da sua dor. A mesma região do corpo pode doer por motivos diferentes — e o tratamento muda conforme a causa.
- 03
Imagem com propósito
Ressonância, ultrassom ou tomografia apenas quando a clínica pede confirmação. Sem exames panorâmicos que multiplicam achados sem mudar a conduta.
- 04
Teste da origem da dor
Quando ainda resta dúvida sobre qual estrutura é a fonte, aplicamos uma anestesia local pontual nessa estrutura. Se a dor desaparece por algumas horas, confirmamos a origem antes do tratamento definitivo.
Perguntas frequentes
O que pacientes mais perguntam.
Quando devo procurar um especialista em medicina da dor?
Quando a dor passa de 3 meses sem resolução, quando o tratamento atual não está controlando, quando há piora progressiva ou quando a dor já limita seu trabalho, sono ou vida social. Quanto antes melhor — dor crônica não tratada tende a se tornar mais difícil ao longo do tempo.
Qual a diferença entre medicina da dor e ortopedia/neurologia?
A medicina da dor é uma especialidade dedicada exclusivamente ao diagnóstico e tratamento da dor crônica. Trabalha em conjunto com ortopedistas e neurologistas, mas oferece intervenções específicas — bloqueios guiados por imagem, radiofrequência, neuromodulação — que complementam ou substituem cirurgias quando indicado.
Os procedimentos do Instituto exigem internação?
A grande maioria é ambulatorial — o paciente entra, faz o procedimento e vai para casa no mesmo dia. Bloqueios guiados por ultrassom, infiltrações articulares, ondas de choque, laser e EMT são todos feitos no consultório. Procedimentos mais complexos (radiofrequência de coluna, por exemplo) podem ser realizados em hospital-dia.
Em quanto tempo o tratamento mostra efeito?
Depende da técnica e do quadro. Bloqueios anestésicos têm efeito imediato (horas). Ondas de choque e laser geralmente mostram melhora a partir da 3ª–4ª sessão. Radiofrequência costuma agir em 2–4 semanas com duração de 6–12 meses. Tratamento de dor crônica pede paciência: avaliamos resposta em janelas de 4 a 12 semanas.
Como funciona o atendimento?
O atendimento é exclusivamente particular, sem intermediação por planos de saúde. Os detalhes operacionais são conversados diretamente com nossa equipe pelo WhatsApp.
Vocês usam opioides como tratamento?
Sim, quando indicado e por tempo limitado. Mas o foco do Instituto é estratégia multimodal: priorizamos modalidades não-invasivas, intervencionismo guiado por imagem e medicina regenerativa para reduzir ou desmamar opioides quando possível. Pacientes em uso prolongado têm plano de desmame escalonado e supervisionado.
E se eu já estou usando opioide há muito tempo?
Você é bem-vindo, sem julgamento. Em boa parte dos casos, o uso prolongado de opioide não é falha do paciente — é falta de alternativa investigada. Mapeamos a causa, propomos terapias regenerativas e intervencionistas, e construímos um plano de desmame monitorado, no seu ritmo. Sem pressão para parar de imediato.
Posso ter mais de uma condição tratada simultaneamente?
Sim. Dor crônica raramente é uma coisa só — paciente com lombalgia pode ter componente neuropático, miofascial e funcional ao mesmo tempo. O plano terapêutico é individualizado e endereça as causas que mais contribuem para o quadro, em paralelo.
O Instituto trata pacientes com dor oncológica?
Sim, trabalhando em conjunto com a equipe de oncologia. Oferecemos bloqueios e neurólises de plexo (celíaco, hipogástrico, ímpar), bombas de infusão intratecal, radiofrequência e neuromodulação para controle agressivo da dor em pacientes oncológicos.
Onde tratamos
Diagnóstico e tratamento
no mesmo lugar.
Toda a estrutura para avaliação clínica, exame de imagem em tempo real e procedimentos minimamente invasivos. Sem peregrinação entre clínicas.

Quando o caso pede outra especialidade.
Atendemos a maior parte das síndromes dolorosas em adultos. Quando o caso pede outra especialidade, somos diretos — e quando podemos ajudar, conversamos antes.
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