Dor neuropática
Hérnia de disco
Quando o disco entre as vértebras se desloca e comprime ou inflama uma raiz nervosa, a dor desce pela perna ou pelo braço. Nem toda hérnia que aparece no exame precisa de cirurgia.
Sintomas comuns
O que você costuma sentir.
- Dor que irradia para a perna ou o braço, em trajeto definido
- Formigamento ou dormência seguindo o nervo
- Fraqueza ou sensação de perna/braço "falhando"
- Piora ao sentar, tossir ou inclinar o tronco
Sintomas variam de paciente para paciente. Quadros sutis podem ser tão limitantes quanto os mais evidentes.
Como tratamos no ITC
Investigamos a hérnia confrontando o que a imagem mostra com o que o exame clínico confirma — porque hérnias são achados comuns mesmo em pessoas sem dor, e o que tratamos é o nervo que está de fato sofrendo, não a foto da ressonância. Localizada a raiz comprometida, seguimos uma escalada que prioriza o caminho menos invasivo: controle da inflamação, reabilitação dirigida e, quando há indicação, bloqueios e procedimentos guiados por imagem que entregam a medicação exatamente sobre a raiz inflamada. Em quadros que persistem, recursos como radiofrequência ajudam a modular a dor que se cronificou. A maioria dos casos melhora sem cirurgia ao longo de semanas a poucos meses, e o nosso papel é justamente esgotar esse território com precisão antes de pensar em sala cirúrgica. Reservamos o encaminhamento ao cirurgião para sinais de alarme — perda de força progressiva, alterações de esfíncter ou déficit que não cede —, situações em que a cirurgia deixa de ser opção e passa a ser necessidade.
O que esperar do tratamento
Como conduzimos, passo a passo.
01
Imagem vs clínica
Confrontar o que a imagem mostra com o que o exame clínico confirma — hérnias são achados comuns mesmo em pessoas sem dor. O que tratamos é o nervo que está de fato sofrendo, não a foto da ressonância.
02
Plano em escalada
Caminho menos invasivo prioritário: controle da inflamação, reabilitação dirigida. Bloqueios e infiltrações guiados por ultrassom entregam medicação exatamente sobre a raiz inflamada (agulha fina + anestesia local, ambulatorial). Radiofrequência em quadros que persistem (agulha fina + anestesia local).
03
Quando o cirurgião entra
Maioria melhora sem cirurgia em semanas a poucos meses, mas raramente totalmente sem intervenção. Encaminhamento ao cirurgião reservado a sinais de alarme — perda de força progressiva, alterações de esfíncter, déficit que não cede — quando a cirurgia deixa de ser opção e passa a ser necessidade.
Antes de qualquer procedimento
Investigação antes do tratamento.
A primeira consulta no ITC começa com anamnese aprofundada e exame físico orientado — guiado por ultrassonografia quando indicado.
Outras condições relacionadas
Quadros que costumam aparecer juntos.
Dor neuropática
Dor causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Ela queima, choca e formiga — e não responde aos analgésicos comuns, porque a origem é diferente.
Dor pós-cirúrgica persistente
Dor que continua, ou aparece, depois de uma cirurgia já cicatrizada. Não é fracasso do procedimento — é o sistema nervoso que se sensibilizou no processo, e isso tem tratamento próprio.
Síndrome dolorosa regional complexa
Uma dor desproporcional que se instala num membro, geralmente após trauma ou cirurgia, acompanhada de alterações na pele, temperatura e inchaço. O diagnóstico precoce muda o prognóstico.
Esta é a sua dor?
Em até 48 horas após a avaliação, você recebe diagnóstico e sequência de tratamento — por escrito.
Atendimento exclusivamente particular



