Dor neuropática
Dor neuropática
Dor causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Ela queima, choca e formiga — e não responde aos analgésicos comuns, porque a origem é diferente.
Sintomas comuns
O que você costuma sentir.
- Queimação, choque ou agulhadas sem causa aparente
- Formigamento ou dormência persistentes
- Dor desencadeada por toque leve ou pela roupa
- Pouca ou nenhuma resposta a analgésicos comuns
Sintomas variam de paciente para paciente. Quadros sutis podem ser tão limitantes quanto os mais evidentes.
Como tratamos no ITC
Investigamos a dor neuropática identificando onde, no trajeto do sistema nervoso, está a lesão ou a disfunção que a gera — um nervo periférico, uma raiz, um gânglio ou um padrão de sensibilização mais central. Essa localização, feita pelo exame clínico e pelos recursos de imagem, é o que separa um tratamento dirigido de um tratamento no escuro. A escalada terapêutica combina o manejo específico da dor neuropática com intervenção sobre o gerador: bloqueios guiados por imagem sobre o nervo ou gânglio envolvido, radiofrequência para os quadros que persistem, e neuromodulação — incluindo a estimulação magnética transcraniana — quando a dor resiste às medidas iniciais. O cuidado do sono e do humor faz parte, porque a dor neuropática raramente vem sozinha. A expectativa é de controle progressivo em semanas a meses, com a clareza de que o objetivo é reduzir a dor a um patamar vivível e recuperar função. Casos de causa sistêmica são conduzidos junto à especialidade de base.
O que esperar do tratamento
Como conduzimos, passo a passo.
01
Investigação
Identificar onde, no trajeto do sistema nervoso, está a lesão ou a disfunção — nervo periférico, raiz, gânglio ou padrão de sensibilização central. Essa localização separa um tratamento dirigido de um tratamento no escuro.
02
Plano dirigido
Manejo específico da dor neuropática combinado com intervenção sobre o gerador: bloqueios guiados por ultrassom sobre o nervo ou gânglio envolvido (agulha fina + anestesia local, ambulatorial). Radiofrequência para os quadros que persistem (agulha fina + anestesia local). Neuromodulação — incluindo a Estimulação Magnética Transcraniana (sessão ambulatorial, sem agulha, sem anestesia) — quando a dor resiste às medidas iniciais.
03
Cuidado do sono, humor e expectativa
Cuidado do sono e do humor faz parte — a dor neuropática raramente vem sozinha. Controle progressivo em semanas a meses. A maioria é conduzida sem opioide e sem cirurgia, mas raramente totalmente sem intervenção. Objetivo: reduzir a dor a um patamar vivível e recuperar função. Casos sistêmicos conduzidos junto à especialidade de base.
Antes de qualquer procedimento
Investigação antes do tratamento.
A primeira consulta no ITC começa com anamnese aprofundada e exame físico orientado — guiado por ultrassonografia quando indicado.
Outras condições relacionadas
Quadros que costumam aparecer juntos.
Dor pós-cirúrgica persistente
Dor que continua, ou aparece, depois de uma cirurgia já cicatrizada. Não é fracasso do procedimento — é o sistema nervoso que se sensibilizou no processo, e isso tem tratamento próprio.
Síndrome dolorosa regional complexa
Uma dor desproporcional que se instala num membro, geralmente após trauma ou cirurgia, acompanhada de alterações na pele, temperatura e inchaço. O diagnóstico precoce muda o prognóstico.
Dor abdominal e pélvica crônica
Dor persistente no abdome ou na pelve que já foi investigada sem achado que a explique por completo. Com frequência há um componente neuropático, de nervos da parede ou da região, que passou despercebido.
Esta é a sua dor?
Em até 48 horas após a avaliação, você recebe diagnóstico e sequência de tratamento — por escrito.
Atendimento exclusivamente particular



