Dor neuropática
Dor abdominal e pélvica crônica
Dor persistente no abdome ou na pelve que já foi investigada sem achado que a explique por completo. Com frequência há um componente neuropático, de nervos da parede ou da região, que passou despercebido.
Sintomas comuns
O que você costuma sentir.
- Dor no abdome ou na pelve que persiste por meses
- Investigações anteriores sem causa que explique tudo
- Dor em pontos da parede abdominal ao toque
- Piora com certas posturas ou esforços
Sintomas variam de paciente para paciente. Quadros sutis podem ser tão limitantes quanto os mais evidentes.
Como tratamos no ITC
Investigamos a dor abdominal e pélvica crônica a partir de um ângulo frequentemente esquecido: depois de afastadas as causas internas pelas especialidades competentes, sobra um grupo de pacientes cuja dor vem dos nervos da parede abdominal ou da região pélvica, e esse componente neuropático tem tratamento. O exame clínico dirigido localiza os pontos e nervos envolvidos, e a ultrassonografia point-of-care confirma e guia. A escalada terapêutica combina manejo da dor neuropática com bloqueios guiados por imagem sobre os nervos comprometidos — frequentemente diagnósticos e terapêuticos ao mesmo tempo —, avançando para radiofrequência nos quadros que retornam. A neuromodulação tem papel em casos selecionados. A evolução costuma se dar em semanas a meses. Por se tratar de uma região que muitas especialidades atravessam, conduzimos o caso em articulação com a ginecologia, a urologia ou a gastroenterologia sempre que a origem assim exigir.
O que esperar do tratamento
Como conduzimos, passo a passo.
01
Investigação
Ângulo frequentemente esquecido: depois de afastadas as causas internas pelas especialidades competentes, sobra um grupo de pacientes cuja dor vem dos nervos da parede abdominal ou da região pélvica — esse componente neuropático tem tratamento.
02
Plano dirigido aos nervos
Manejo da dor neuropática combinado com bloqueios guiados por ultrassom sobre os nervos comprometidos (agulha fina + anestesia local, ambulatorial) — frequentemente diagnósticos e terapêuticos ao mesmo tempo. Radiofrequência nos quadros que retornam (agulha fina + anestesia local). Estimulação Magnética Transcraniana em casos selecionados (sessão ambulatorial, sem agulha, sem anestesia).
03
Articulação com outras especialidades
Evolução em semanas a meses. A maioria é conduzida sem cirurgia, mas raramente totalmente sem intervenção. Por se tratar de região atravessada por muitas especialidades, conduzimos o caso em articulação com ginecologia, urologia ou gastroenterologia sempre que a origem assim exigir.
Antes de qualquer procedimento
Investigação antes do tratamento.
A primeira consulta no ITC começa com anamnese aprofundada e exame físico orientado — guiado por ultrassonografia quando indicado.
Outras condições relacionadas
Quadros que costumam aparecer juntos.
Dor neuropática
Dor causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Ela queima, choca e formiga — e não responde aos analgésicos comuns, porque a origem é diferente.
Dor pós-cirúrgica persistente
Dor que continua, ou aparece, depois de uma cirurgia já cicatrizada. Não é fracasso do procedimento — é o sistema nervoso que se sensibilizou no processo, e isso tem tratamento próprio.
Síndrome dolorosa regional complexa
Uma dor desproporcional que se instala num membro, geralmente após trauma ou cirurgia, acompanhada de alterações na pele, temperatura e inchaço. O diagnóstico precoce muda o prognóstico.
Esta é a sua dor?
Em até 48 horas após a avaliação, você recebe diagnóstico e sequência de tratamento — por escrito.
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