Dor neuropática

Neuralgia pós-herpética

A dor que pode permanecer no trajeto de um nervo depois que as lesões da herpes-zóster já sumiram. Quanto antes tratada, maior a chance de controlá-la.

Sintomas comuns

O que você costuma sentir.

  • Dor queimante ou em choque onde houve a "cobreiro"
  • Sensibilidade extrema ao toque da roupa ou do vento
  • Dor que persiste semanas ou meses após as feridas curarem
  • Coceira ou dormência na mesma região

Sintomas variam de paciente para paciente. Quadros sutis podem ser tão limitantes quanto os mais evidentes.

Como tratamos no ITC

Investigamos a neuralgia pós-herpética pelo trajeto do nervo acometido, confirmando pelo exame clínico o padrão neuropático característico que a herpes-zóster deixa. O fator tempo é central aqui: quanto mais precoce a intervenção, menor a probabilidade de a dor se cronificar de forma resistente. Tratamos em escalada, combinando o manejo da dor neuropática com procedimentos dirigidos: bloqueios guiados por imagem sobre o nervo ou o gânglio envolvido aliviam a dor e ajudam a interromper o ciclo de sensibilização, e a radiofrequência tem papel nos quadros mais persistentes. Recursos de neuromodulação entram quando a dor resiste às medidas iniciais. A expectativa é de redução progressiva ao longo de semanas a meses, com a ressalva honesta de que casos instalados há muito tempo são mais trabalhosos. Em pacientes idosos ou com outras condições, conduzimos em diálogo com as demais especialidades envolvidas.

O que esperar do tratamento

Como conduzimos, passo a passo.

  1. 01

    Investigação

    Trajeto do nervo acometido — confirmar pelo exame clínico o padrão neuropático característico que a herpes-zóster deixa. Fator tempo é central: quanto mais precoce a intervenção, menor a probabilidade de a dor se cronificar de forma resistente.

  2. 02

    Tratamento precoce

    Manejo da dor neuropática combinado com procedimentos dirigidos: bloqueios guiados por ultrassom sobre o nervo ou o gânglio envolvido (agulha fina + anestesia local, ambulatorial) aliviam a dor e ajudam a interromper o ciclo de sensibilização. Radiofrequência nos quadros mais persistentes (agulha fina + anestesia local). Estimulação Magnética Transcraniana quando a dor resiste (sessão ambulatorial, sem agulha, sem anestesia).

  3. 03

    Acompanhamento dos casos persistentes

    Redução progressiva ao longo de semanas a meses. A maioria é conduzida sem opioide e sem cirurgia, mas raramente totalmente sem intervenção. Ressalva honesta: casos instalados há muito tempo são mais trabalhosos. Pacientes idosos ou com outras condições conduzidos em diálogo com as demais especialidades envolvidas.

Antes de qualquer procedimento

Investigação antes do tratamento.

A primeira consulta no ITC começa com anamnese aprofundada e exame físico orientado — guiado por ultrassonografia quando indicado.

Esta é a sua dor?

Em até 48 horas após a avaliação, você recebe diagnóstico e sequência de tratamento — por escrito.

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