Tecnologias do Instituto
Tecnologia como ferramenta.
Não como argumento.
Reunimos no mesmo espaço as modalidades que permitem chegar à causa da dor com precisão. Combinadas conforme o quadro — não isoladas.
Premissa clínica
Nenhuma tecnologia, sozinha,
resolve dor crônica.
Cada paciente recebe um plano que combina diagnóstico guiado por imagem, modalidades não-invasivas, intervenção precisa quando necessária e suporte clínico contínuo. O plano é construído na consulta.
Por onde começamos
Para condições frequentes,
a primeira linha costuma ser.
Referência geral. A escolha definitiva depende da avaliação individual e da resposta clínica ao longo do plano.
Dor cervical e cervicobraquialgia
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia
Complementares · Radiofrequência das facetas; EMT quando a dor se centraliza
Hérnia de disco com radiculopatia
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia sobre a raiz nervosa inflamada
Complementares · Radiofrequência quando há componente neuropático persistente
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia no ponto de irritação
Complementares · Radiofrequência sobre o nervo; EMT quando a dor se centraliza
Dor no ombro (manguito, bursa, capsulite)
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia
Complementares · Ondas de choque em tendinopatias calcárias; ortobiológicos em lesões selecionadas
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia
Complementares · Viscossuplementação na artrose; ortobiológicos em casos selecionados; ondas de choque conforme o tecido
Dor no quadril (articulação ou lateral)
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia
Complementares · Viscossuplementação na artrose; ondas de choque nas tendinopatias dos glúteos; ortobiológicos
Artrose (qualquer articulação)
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia
Complementares · Viscossuplementação; radiofrequência articular; ortobiológicos conforme estágio
Primeira linha · Toxina botulínica terapêutica
Complementares · EMT; procedimentos guiados em pontos cervicais associados
Primeira linha · Procedimentos guiados sobre nervos/articulações cervicais
Complementares · Radiofrequência das facetas cervicais
Síndrome miofascial (pontos-gatilho)
Primeira linha · Procedimentos sobre pontos-gatilho guiados por ultrassonografia
Complementares · Ondas de choque e laser para liberar musculatura
Primeira linha · Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)
Complementares · Abordagem multimodal (exercício, sono, manejo do estresse)
Primeira linha · Combinação dirigida ao mecanismo predominante
Complementares · Procedimentos guiados + radiofrequência + EMT em camadas
Primeira linha · Procedimentos guiados por ultrassonografia sobre o nervo
Complementares · Radiofrequência sobre o nervo; EMT quando centraliza; canabinoides como suporte
Primeira linha · Bloqueios guiados por ultrassonografia sobre o nervo
Complementares · Radiofrequência; EMT nos quadros que resistem
Síndrome Dolorosa Regional Complexa (SDRC)
Primeira linha · Bloqueios do sistema nervoso simpático guiados por ultrassonografia
Complementares · EMT nos quadros que resistem; reabilitação dirigida (base)
Dor abdominal e pélvica crônica (parede)
Primeira linha · Bloqueios guiados por ultrassonografia nos nervos da parede
Complementares · EMT em casos selecionados
Primeira linha · Bloqueios e procedimentos guiados sobre nervos e plexos
Complementares · Radiofrequência; canabinoides em quadros refratários · integrado à equipe de oncologia
Modalidades
As modalidades do Instituto.

01
Minimamente invasivaProcedimentos Guiados por Ultrassonografia
Imagem em tempo real durante o procedimento
Toda infiltração e bloqueio nervoso no Instituto é feito com visualização anatômica em tempo real. Operar sem imagem é, pra nós, requisito ético — não luxo.
Como funciona
O transdutor de ultrassom mostra músculos, tendões, vasos e nervos enquanto a agulha avança. Em vez de calcular a profundidade pela superfície, vemos exatamente onde o medicamento está sendo entregue.
Por que escolhemos. Precisão milimétrica em estruturas que até 5 mm de erro fazem diferença. Zero radiação, sem necessidade de centro cirúrgico, recuperação imediata.
Plano · Procedimentos isolados ou em séries curtas, conforme a condição e a resposta clínica.
Indicações principais
- Bloqueios de nervos periféricos
- Infiltrações articulares (joelho, ombro, quadril)
- Bloqueios facetários e radiculares
- Aplicação de ortobiológicos
- Bloqueios miofasciais e de pontos-gatilho

02
Não-invasivaEstimulação Magnética Transcraniana (EMT)
Neuromodulação não-invasiva do cérebro
Pulsos magnéticos focados em áreas específicas do córtex modulam circuitos neurais ligados à dor crônica, ao humor e ao sono. Procedimento ambulatorial — sem cirurgia, sem anestesia, sem afastamento.
Como funciona
Uma bobina sobre o couro cabeludo gera campo magnético que atravessa o crânio sem dor. O campo induz despolarização neuronal em alvos pré-mapeados — geralmente o córtex motor primário ou o pré-frontal dorsolateral.
Por que escolhemos. Plataforma ExoMind no Instituto. Sessões de 20–40 minutos. Paciente sai dirigindo. Evidência consolidada em depressão e enxaqueca crônica; emergente em fibromialgia, dor neuropática e dor central refratária.
Plano · Protocolo costuma incluir 10 a 20 sessões, distribuídas em 4 a 8 semanas, com reavaliação programada.
Indicações principais
- Fibromialgia
- Dor neuropática refratária
- Dor central pós-AVC
- Síndrome dolorosa regional complexa
- Depressão associada à dor crônica

03
Não-invasivaLaser de Alta Intensidade
Luz que estimula regeneração tecidual
Luz coerente de alta potência atravessa pele e fáscia, é absorvida pelas mitocôndrias e desencadeia aumento de ATP, modulação de citocinas inflamatórias e estímulo à síntese de colágeno. Não queima, não corta, não dói.
Como funciona
O fotobiomodulador entrega comprimentos de onda específicos (geralmente 1064 nm) que penetram até 8 cm de profundidade. As mitocôndrias absorvem a luz, aumentam ATP e modulam mediadores inflamatórios.
Por que escolhemos. Efeito anti-inflamatório, analgésico e regenerativo numa única sessão. Combina bem com ondas de choque e ortobiológicos. Sem efeito sistêmico.
Plano · Costuma exigir 6 a 10 sessões, 1 a 2 vezes por semana, com reavaliação ao longo do protocolo.
Indicações principais
- Lesões musculares agudas e crônicas
- Dores articulares (artrose, bursite)
- Neuropatias periféricas
- Tendinopatias crônicas
- Fibromialgia (protocolo associado)

04
Não-invasivaEstimulação Magnética Periférica de Alta Intensidade
Neuromodulação focal sem agulhas
Pulsos magnéticos de alta intensidade aplicados sobre músculos e nervos periféricos. Ativam grupos musculares profundos e modulam vias dolorosas sem contato direto, sem agulha e sem anestesia.
Como funciona
Uma bobina sobre o tecido-alvo induz corrente elétrica que despolariza neurônios motores e fibras nervosas em profundidade. O efeito atinge camadas que a eletroterapia de superfície não alcança, com indução muscular precisa.
Por que escolhemos. Indicada em lombalgias, ciatalgias, disfunção do soalho pélvico e recuperação muscular pós-lesão. Sessão curta, sem desconforto, sem afastamento.
Plano · Costuma exigir 8 a 12 sessões em 4 a 6 semanas, com avaliação intermediária.
Indicações principais
- Dor lombar e cervical crônica
- Ciatalgia e radiculopatias
- Disfunções musculares profundas
- Reabilitação pós-lesão
- Síndrome miofascial

05
Não-invasivaTerapia por Ondas de Choque
Estímulo mecânico que regenera
Ondas acústicas de alta energia aplicadas pontualmente sobre o tecido lesado. O estresse mecânico controlado dispara neovascularização, fagocita resíduos calcificados e reorganiza fibras tendíneas.
Como funciona
Pulsos acústicos focados ou radiais penetram tecidos moles em camadas. A energia mecânica gera microtrauma terapêutico que reativa o processo de cura interrompido em lesões crônicas.
Por que escolhemos. Reativa o reparo tecidual em lesões crônicas que estagnaram — tendinopatias com mais de 6 meses de evolução. Sem agulha, sem corticoide, sem anestésico.
Plano · Costuma exigir 3 a 5 sessões semanais, com avaliação de resposta após o ciclo inicial.
Indicações principais
- Tendinites e tendinopatias crônicas
- Fascite plantar
- Dor lombar crônica
- Síndrome miofascial
- Epicondilite (cotovelo de tenista)

06
Não-invasivaLaserterapia de Baixa Intensidade
Luz anti-inflamatória de aplicação seriada
Luz de baixa potência aplicada sobre tecidos superficiais e mais profundos. Atua como modulador da inflamação e estímulo de reparo celular — sem aquecimento, sem incisão, sem efeito sistêmico.
Como funciona
Comprimentos de onda específicos são absorvidos pelas mitocôndrias e desencadeiam aumento de ATP e modulação de mediadores inflamatórios. A diferença em relação ao laser de alta intensidade é a dose entregue por sessão — protocolo seriado, sem efeito térmico.
Por que escolhemos. Indicada em quadros inflamatórios crônicos e dor articular leve a moderada. Combina com outras terapias e pode ser aplicada em séries longas com bom perfil de segurança.
Plano · Aplicação seriada, costuma exigir 8 a 12 sessões, com revisão de resposta ao longo do protocolo.
Indicações principais
- Artrose e bursite
- Tendinopatias crônicas
- Cicatrização pós-procedimento
- Dor muscular crônica
- Modulação inflamatória

07
Minimamente invasivaRadiofrequência
Modulação dirigida do sinal de dor
Aquecimento controlado de nervos específicos que conduzem dor crônica, com efeito que costuma se sustentar por meses. Indicada quando a fonte da dor já foi confirmada e o tratamento conservador não foi suficiente.
Como funciona
Agulhas finas, guiadas por imagem, chegam ao nervo identificado como gerador. Pulsos de radiofrequência geram calor controlado que interrompe ou modula a transmissão do sinal de dor. Procedimento ambulatorial, com anestesia local, sem corte nem internação.
Por que escolhemos. Diferente do bloqueio simples, que tem efeito por semanas, a radiofrequência costuma sustentar o alívio por meses a um ano, podendo se estender em alguns casos. Isso cria uma janela ampla para reabilitação e retomada de atividades. Quando a dor retorna, o procedimento pode ser repetido.
Plano · Procedimento único ou em série curta. Efeito típico de meses a um ano, podendo se estender em casos selecionados.
Indicações principais
- Dor facetária (cervical, lombar)
- Dor articular crônica selecionada (joelho, quadril, ombro)
- Neuralgia pós-herpética e outras dores neuropáticas
- Dor pós-cirúrgica refratária com nervo identificado

08
Minimamente invasivaViscossuplementação
Reposição da lubrificação articular
Injeção intra-articular de ácido hialurônico — substância naturalmente presente no líquido sinovial — em quantidades farmacológicas. Indicada em casos selecionados de artrose, onde a lubrificação articular está comprometida.
Como funciona
O ácido hialurônico é injetado dentro da articulação com agulha guiada por ultrassonografia, garantindo que o produto chegue ao espaço articular correto. Procedimento ambulatorial, com anestesia local quando indicado.
Por que escolhemos. Atua na lubrificação e amortização da articulação — diferente de um anti-inflamatório, que combate a inflamação mas não restaura a função mecânica. Em pacientes selecionados, o efeito se sustenta por meses, criando janela para fortalecimento e ajuste de carga.
Plano · Uma ou mais aplicações conforme o produto e a indicação. Efeito tipicamente de meses.
Indicações principais
- Artrose de joelho, em casos selecionados conforme avaliação
- Artrose de quadril em casos selecionados
- Outras articulações com indicação específica

09
Minimamente invasivaOrtobiológicos
Recursos regenerativos do próprio organismo
Tratamentos que utilizam componentes biológicos do próprio paciente — como o plasma rico em plaquetas (PRP) e o aspirado de medula óssea — para estimular processos regenerativos em tendões, articulações e tecidos lesionados. Aplicação em casos selecionados, com critério clínico.
Como funciona
Material do próprio paciente é coletado e processado para concentrar plaquetas, células e fatores de crescimento. O preparado é injetado, guiado por ultrassonografia, no tecido alvo — tendão, articulação ou estrutura afetada — onde estimula a sinalização biológica de reparo.
Por que escolhemos. Diferente de medicações sintéticas, os ortobiológicos atuam sobre os mecanismos próprios de regeneração do organismo. Não substituem reabilitação ou tratamento conservador, mas podem agregar em quadros selecionados que não responderam às medidas iniciais.
Plano · Uma a três aplicações conforme o tecido e a resposta. Avaliação periódica orienta a continuidade.
Indicações principais
- Tendinopatias crônicas em fase apropriada
- Artrose inicial a moderada (joelho, quadril, ombro)
- Lesões tendíneas selecionadas
A combinação certa começa pela consulta.
Em uma consulta de avaliação, definimos com você qual a melhor combinação de tratamentos para o seu caso.
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