Tratamento
Radiofrequência
Corrente elétrica precisa que neuromodula ou inativa o nervo gerador da dor, guiada por imagem.
Aplicação de corrente elétrica emitida por um gerador, com a ponta posicionada em contato com o nervo responsável pela dor. Dependendo da técnica escolhida, a corrente pode inativar o nervo (radiofrequência ablativa) ou apenas modular sua atividade sem destruí-lo (radiofrequência pulsada).
Hoje é uma das técnicas mais utilizadas no tratamento de artroses (joelho, quadril), nevralgia do trigêmeo, dores neuropáticas e dores na coluna — quando há uma fonte definida da dor e a investigação clínica confirma indicação.
Indicações frequentes
- Dor lombar facetária e dor sacroilíaca
- Dor cervical facetária e cefaleia cervicogênica
- Dores articulares (ombro, joelho, quadril)
- Nevralgia do trigêmeo
- Nevralgia occipital e nevralgia pós-herpética
- Síndrome dolorosa regional complexa
- Síndromes dolorosas pós-cirúrgicas (com nervo identificado)
A indicação precisa depende do mapeamento clínico da fonte da dor — testes diagnósticos (bloqueios anestésicos prévios) costumam preceder a radiofrequência terapêutica, pra confirmar que o nervo escolhido é mesmo o gerador.
Como é feito
Procedimento ambulatorial, guiado por ultrassonografia ou fluoroscopia, com anestesia local. A ponta da agulha é posicionada com precisão milimétrica sobre o nervo-alvo; o gerador emite a corrente conforme o protocolo (ablativa ou pulsada). Duração entre 30 e 60 minutos, sem necessidade de internação.
Condições relacionadas
Condições frequentemente avaliadas com esse tratamento.
Conteúdo dos médicos do Instituto: Dr. Carlos Trindade e Dr. Eduardo Castro.
A indicação se confirma na consulta.
A decisão de fazer ou não esse tratamento depende do exame, da história clínica e do que faz sentido para cada caso. A avaliação inicial é onde isso se define.



