Tratamento
Medicamentoso
Fármacos selecionados quando indicado, sempre em combinação com terapias não-medicamentosas e intervencionistas.
Uma parte importante e, muitas vezes, necessária na gestão de dores crônicas — mas raramente suficiente sozinha.
A combinação de terapias medicamentosas com abordagens não-medicamentosas e intervencionistas costuma oferecer alívio mais consistente e reduzir os efeitos colaterais associados ao uso prolongado de fármacos isolados.
O tratamento envolve diversas classes de medicamentos, frequentemente associadas entre si conforme o quadro clínico.
Principais classes utilizadas
- Analgésicos (paracetamol, dipirona)
- Anti-inflamatórios não esteroides (diclofenaco, celecoxibe)
- Corticoides (prednisona, dexametasona)
- Analgésicos opioides (tramadol, morfina) — em dose mínima eficaz e com saída programada
- Antidepressivos (duloxetina, amitriptilina)
- Anticonvulsivantes (pregabalina, carbamazepina)
O que sempre acompanha
Toda prescrição é discutida em consulta, com explicação clara sobre indicação, duração esperada, efeitos colaterais possíveis e critério de revisão. O uso prolongado ou indevido de medicamentos pode acarretar riscos — efeitos colaterais, dependência, tolerância — e nessas situações o medicamentoso isolado costuma agravar mais que resolver. Por isso medicação é, em geral, uma camada do plano e não o plano inteiro.
Condições relacionadas
Condições frequentemente avaliadas com esse tratamento.
Conteúdo dos médicos do Instituto: Dr. Carlos Trindade e Dr. Eduardo Castro.
A indicação se confirma na consulta.
A decisão de fazer ou não esse tratamento depende do exame, da história clínica e do que faz sentido para cada caso. A avaliação inicial é onde isso se define.



