Dr. Eduardo Castro

Entender primeiro.Tratar depois.

CRM-MG 43818 · RQE 47078

Dr. Eduardo Castro no Instituto Trindade Castro

Antes de entrar em medicina da dor, fiz clínica médica. Aprendi a escutar paciente — a procurar no corpo inteiro o que dói, não só no ponto que dói. Essa base, que muitos colegas pulam direto pra especialização técnica, mudou meu jeito de conduzir dor crônica.

Antes de propor procedimento, reconstruo a história inteira. Quais doenças sistêmicas estão por trás. Quais medicações já foram tentadas. O que o sono, o intestino, o humor estão dizendo sobre essa dor. Dor crônica raramente tem uma única origem — a maioria emerge da interação entre o corpo que dói, o terreno biológico que o sustenta e o sistema nervoso que processa o sinal.

Antes de tratar a dor, é preciso entender quem dói.

No Instituto Trindade Castro, ao lado do Dr. Carlos Trindade, encontrei o espaço pra exercer essa medicina sem pressa e sem intermediários: investigar antes, tratar com técnica, acompanhar entre consultas.

Formação

  • Medicina — formado em 2006

  • Residência em Clínica Médica — Santa Casa de Belo Horizonte

  • Residência em Medicina da Dor — Hospital Sírio-Libanês (SP)

  • Fellowship em Medicina Intervencionista da Dor — Hospital Albert Einstein (SP)

  • Especialização em Medicina Intervencionista da Dor — Pain School International, Semmelweis University (Budapeste, Hungria)

Atuação atual

  • Sócio fundador — Instituto Trindade Castro

  • Medicina da Dor e Consulta Pré-anestésica

  • 18 anos de prática clínica em anestesiologia e medicina da dor

O que me orienta

Três compromissos.

A medicina que faço se apoia em três compromissos que assumo com cada paciente.

  1. Escuta antes da técnica

    Antes de qualquer procedimento, reconstruo a história inteira. O que o sono, o intestino, o humor estão dizendo sobre essa dor. Dor crônica raramente cabe em um diagnóstico só — e a primeira ferramenta clínica continua sendo o tempo de escuta.

  2. Conduta integrada

    Tratamento de dor não é só intervencionismo. É clínica médica, manejo medicamentoso racional, educação em dor, ajuste de rotina. Articulo essas frentes pra cada caso, na ordem que cada caso pede — sem fórmula única.

  3. Continuidade do cuidado

    O paciente entra em acompanhamento ativo, não em uma consulta isolada. WhatsApp aberto com a equipe entre consultas, retornos programados, ajuste de rota quando o caso pede. O cuidado não termina ao sair do consultório.

Próximo passo

Vamos conversar.

Nossa equipe ouve seu caso primeiro, antes de qualquer agendamento. Sem pressão, sem fórmula.

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Conteúdo educativo

Vídeos curtos explicando sintomas, tratamentos e quando procurar ajuda.

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